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4.8.15

Bondage Genuino vs Bondage Comercial

Um dos grande feitos que a internet no trouxe, traz consigo, em simultâneo um outro enorme problema.
 
Eu, ainda sou do tempo ( e tenho apenas 36 anos), em que quando comecei a interessar-me pela temática do Bondage e BDSM, era complicado encontrar material, informação, imagens e até livros sobre o tema.
 
Qualquer filme que passasse na televisão ou cassete que viesse da loja de aluguer de filmes, onde tivesse uma cena de Bondage, tornava-se um vídeo de culto para mim. Lembro-me de um filme do Chuck Norris, onde a sua filha era feita refém, e numa das cenas, ela aparece amarrada a uma viga de metal com os braços bem esticados... vi e revi aqueles minutos não sei quantas vezes, até a cassete de vídeo ficar gasta.
 
Apesar da falta de informação que existia, tudo era mais genuíno. O pouco que víamos guardava-mos, os livros que tínhamos acesso, liamos como se não houvesse amanhã e imaginávamos todas aquelas cenas descritas. A História d'O, é um enorme exemplo desse efeito que a imaginação tinha.
 
Hoje, tudo é mais simples. Se quiser ver uma rapariga amarrada, num catsuit vermelho, ou amarelo, ou preto, com cordas roxas ou vermelhas, basta-me "googlar" um pouquinho e encontro. Facilmente mato a vontade e o gosto... mas e o resto?
 
Dou comigo, muitas vezes, a apreciar fotos de Bondage, de sites que produzem material para venda, e tudo aquilo é demasiado clichê, demasiado comercial, demasiado falso.
 
Quase todas as cenas fotografadas ou filmadas não passam de meros momentos, e onde são preparadas durante horas a fio.
 
É claro que é muito mais comestível e atraente ao olhar tudo, mas confesso que não acredito, quando leio que todas as modelos adoram Bondage. Para muitas é só trabalho e dinheiro.
 
Será bonito? É!
 
Excitante? Também!
 
Verdadeiro? Não!
 
 

19.2.14

Bondage e Romantismo (Sensualidade)

Será possivél conceber o conceito geral de Bondage, onde reina o prazer da submissão, num universo de romantismo e sensualidade entre duas (ou mais) pessoas?

A minha resposta é clara. Sim... é obvio que sim.

Aliás, o mero conceito "Bondage" até nos conduz a esse universo, porque se o "Sâ", "Sensual" e "Consensual" são três obrigatórios adjectivos, isso presupôem logo à partida que ambas as pessoas estão de acordo em tudo, e por isso é muito provavél que o mesmo seja feito num ambiente romantico e sensual.

Cordas, pulseiras e velas combinam muito bem... mas tenha cuidado. Velas em demasia e o cenário pode começar a parecer um qualquer altar.

Mas é também obvio que o termo Romantismo e Sensualidade, junto a Bondage não tem necessáriamente que provocar algo mais soft,não tem que ser um eufemismo para uma sessão mais light.

Amor e Bondage... é uma combinação perfeita.

26.8.13

Bondage é diversão e prazer

As redes sociais, são hoje em dia o meio mais facil de partilhar informação relacionada com Bondage, e o que é bom, pode na realidade também ser mau, porque chega-nos facilmente ao olhos aquilo que gostamos e aquilo que não gostamos.

E o que é certo é que me faz impressão ver imagens associadas a Bondage, quando na realidade não passa de puro e duro sadomasoquismo e prazer pela dor. Raparigas amarradas de formas crueis, em dor, com utensilios como dildo de madeira ou coleiras de ferro... compreendo que existam gostos para tudo, e só tenho obviamente que os respeitar, mas perco eu o respeito quando vejo imagens associadas a este forma tão sensual que é o Bondage.

O que tem de Sã, Sensual e Consensual uma rapariga amarrada numa cadeira de madeira, com pesadas correntes ferrugentas à volta dos pulsos e tornozelos e uma coleira com parafusos à volta do pescoço, enquanto sofre choques electricos?

Nada... isso quebra as lógicas do Bondage,

Não gosto dessa forma de estar e peço que não associem isso ao Bondage, porque Bondage é outra coisa. 

É sensualidade, é prazer, é muito erotismo e acima de tudo muita diversão.





16.3.13

Desejo e Sensualidade

O desejo conquista-se, com um sem numero de palavras e acções que nos demonstram a nós mesmos quem somos, por isso transmitimos aos outros um bocadinho daquilo que sentimos e que pretendemos...

Num corpo deitado, nu, despedida de nada, vestida de uma vontade de ser amada, amarrada, amordaçada e acima de tudo respeitada... possuída como deve deseja ser, com determinação, com coragem e também com muito glamour e fétiche...

Quantas mulheres e quantos homens não sonham com um momento como este? 

Coragem! 

Revelem-se e acima de tudo sejam felizes!

"texto original de Pedro******
http://www.facebook.com/#!/pages/Bondage-em-Portugal/530830190301778"

10.2.12

A Beleza dos Cotovelos Amarrados

... impossivel desamarrar sozinho!

Ninguem consegue, com os cotovelos amarrados atrás das costas, chegar aos nós com as mãos, dedos ou dentes. Não há forma de se libertar sozinho ou sem ajuda.

Só esta ideia já chega para tornar esta forma de amarrar bastante apelativa.

Nem é preciso mais nada, mas se adicionar-mos aos cotovelos, uma corda amarrando firmemente os pulsos, o Bondage fica ainda mais intenso. As mãos não conseguem se chegar à frente, aliás, nem sequer conseguem sair de trás das costas.

Os braços ficam sem qualquer mobilidade aparente.

Quando aplicado numa mulher, o seu peito e tronco ficam mais expostos. Fisicamente, o tronco tende a ficar direito ou ligeiramente encurvado para trás, tornando o peito maior visualmente, conferindo simultaneamente uma enorme sensação de impotência à rapariga, por não conseguir protege-lo.

A posição das cordas, combinada com o grau com que os braços são puxados junto para baixo, faz com que todas a tentativa para se soltar se tornem muito difícil ou mesmo impossivél sem ajuda.  

Consequentemente, o equilíbrio natural de todo o corpo é colocado em causa, pois os braços deixam de ser opção. Umas simples botas de tacão alto e/ou um corpete bem justo, podem ser a tortura ideal para uma rapariga se submeter facilmente aos caprichos de quem depende a sua liberdade.

Para mim, não há nada mais belo do que uns cotovelos bem amarrados atrás, tocando-se, bem juntos.

A silhuenta feminina torna-se elegante.

A cintura ganha outra forma, os ombros arqueiam um pouco para trás conferindo uma postura direita, quase solicitando uma coleira no pescoço. As pernas e o tronco ganham altura e a mulher beleza.

Ainda bem que existem cotovelos para ser amarrados!

1.12.11

Bondage e Bondage (Dave Annis)

Sou apaixonado pelo trabalho de Dave Annis. Seja pelos desenhos ou seja pela fotografia.

De centenas de sites que se possam procurar pela internet, penso que nenhum nos dará de forma tão clara e tão precisa o que é estar realmente em Bondage. 

Todos sabemos de ante-mão que todos os trabalhos sobre o tema, para os sites, são acima de tudo uma fonte de rendimento para o autor, para as modelos, e que francamente a segurança nunca foi posta em causa, nem sequer o desejo da modelo que se submete.

Mas no trabalho de Dave, quase esquecemos isso quando nos deparamos com a forma e a durez com que ele executa o seu trabalho, pela forma implacavél com que ele nos mostra as cordas apertadas.

Uma foto de Dave Annis é sinónimo de Bondage verdadeiro, porque só dessa forma se consegue cordas tão apertadas, tão envolventes e tão apaixonadas como as que ele nos mostra.

 Reparem nesta foto! É incrivel!

As cordas torneiam os peitos marcando-os de forma apertada. A propria corda que se vê na cintura parece querer entrar na carne assim como a corda dos joelhos que os mantém perfeitamente imoveis.

E por norma a mordaça... sempre apertada. Sempre bem dentro da boca, apertando os cantos desta de tal forma que chega a ser cruel.

Sejo quase a imaginar que esta e muitas outras imagens dele, são directamente de uma sessão verdadeira, com escravas verdadeiras, que estas sofrem na pele (e sofrem) as marcas das cordas.

Quero acreditar que tudo isto é mais do que um mero modo para ganhar a vida, Dave!

Espero que continues por muitos e longos anos a nos oferecer imagens como estas, onde a essencia do Bondage é completamente absorvida e nos deixa invariavelmente obcecados com a perfeita crueldade que as tuas cordas transportam, porque farto-me depressa de ver falsas raparigas indefesas onde as cordas nem sejam a estar apertadas.


17.5.11

Armbinder... a invenção do seculo

Desde que John Willie inventou nas suas ilustrações o armbinder, este passou a fazer parte do imaginário fetichista, e na realidade tem todas as razões para pertencer à lista das grandes invenções para o mundo Bondage!

É daqueles objectos irresistíveis ao olhar, e que simplesmente são impossíveis de retirar sem ajuda externa, mesmo que não estejam apertados ou perfeitamente colocados, e na realidade é uma ideia tão assustadoramente simples que arrepia só de o ver... 

...e no Bondage isso conta muito!

É mais do que ter os cotovelos e as mãos amarradas atrás, e muito mais do que uma simples amarra. Um armbinder faz com que os dois braços se transformem num único membro, desde a ponta dos dedos até aos cotovelos (um pouco acima destes).

É a conjugação perfeita da beleza dos cotovelos amarrados, atrás da costas, com a limpeza do cabedal/latex/pvc e a rudeza da postura que impõem ao corpo. 

Muitas pessoas (eu incluido) encontram na postura do corpo a que o armbinder obriga,  dificil de encontrar noutro objecto. Ao prender os braços atrás, faz com que o peito fique maior, mais exposto, mais indefeso... mais bonito!

Um armbinder é um complemento perfeito ao bondage e a sua utilização é muito completa, pois permite ser usado num hogtie, num strappado, numa cadeira, para amarrar a pessoa a um poste ou simplesmente apenas só.

29.4.11

A minha experiencia com hoods

Há poucos dias, tive a possibilidade de usar um hood, numa espécie de sessão em self-bondage. Digo que foi uma espécie, porque na realidade foi a pedido.

O hood em questão é este modelo da Leatherotics, completamente fechado.

A minha adoração por este objecto é enorme, apesar da minha experiência com eles ser realmente muito pequena, pelo que cada hipótese que tenho, torna-se quase uma momento único.

Para usar um hood, é preciso, manter a calma e não entrar em pânico, pois a respiração é o ponto principal quando a nossa cabeça está completamente envolvida em pele, com apenas dois minúsculos buracos para respirar.

Facto incrível mas verdadeiro que descobri com esta experiência, foi que o hood deve estar o mais apertado possível, para se colar à nossa face como uma segunda pele, não criando bolsas de ar no interior, e assim facilmente permitir a respiração. Obviamente que o mais apertado possível, carrega o outro lado do hood. O lado do isolamento e da escuridão total. Do confinamento que sentimos dentro de nós, parece que a cabeça passa a ser a única coisa que importa e o resto do corpo é apenas adereço.

Os sons ganham outra dimensão e a desorientação ganha outro espaço na nossa mente. Eu estive duas horas com o hood na cabeça, num quarto pequeno, sentado num banco, e ao fim de algum tempo já não tinha a noção se estava ao meio ou mais a um canto ou perto da porta ou da janela.

O tempo também ganha outro ritmo. Duas horas passaram, mas sem ter noção real do tempo. A falta de contacto com o exterior limita-nos por completo todas as noções de espaço e tempo.

Foram duas horas bem passadas, mas porque era o combinado e o Bondage limitou-se ao hood trancado com cadeado e a umas pulseiras, também trancadas, mas à minha frente. Duas horas passadas num cativeiro mais exigente, com as mãos longe da face, cria na nossa mente outro lado mais cruel e ai, as duas horas não tinham, de certeza, sido bem passadas.

Espero por essa experiência... um dia destes!

15.4.11

Hoods

Mas o que é isso de "hoods"?

Hoods são a palavra inglesa para definir "revestimento da cabeça". 

Pode ser um capacete, um chapéu de abas largas ou um saco. Mas em Bondage tem um significado muito próprio.

Os hood carregam aquela aurea de medo e de terror da idade média, fruto do facto de serem invariavelmente associados aos carrascos que faziam cumprir as penas, principalmente em público, onde para esconder a sua identidade, colocavam sobre a cabeça um capuz tapando a nuca e a face.

Na realidade, os hoods tem a sua origem exactamente ai. 

Hoje em dia encontram-se em pele, latex, pvc, spandex, com abertura para os olhos e para a boca, completamente fechados ou com perfurações... existe uma enorme variedade.

No Bondage, os hoods continuam a carregar um sentimento de desconforto e insegurança, sendo simultaneamente um dos mais predilectos objectos de vestuário fetichista.

Serão talvez os objectos mais estranhamente usados no BDSM, tanto por dominadores como por dominados, pois tanto serve para esconder a face de quem domina como esconder a face de quem é dominado. Na realidade, esse é o seu maior atributo... esconder a identidade da pessoa e ao mesmo tempo os seus sentimentos, a sua vontade ou a sua vergonha.

Um escravo, usando um hood, não passa de um objecto sem face, sem expressão aos olhos do dominador, enquanto o próprio não consegue demonstrar o que sente no momento ou o que necessita. 

Pode chorar, pode estar a rir ou estar simplesmente indiferente, que o hood esconde tudo isso.

São o elegante complemento para uma privação sensorial. Lá dentro, o som do proprio respirar enche os ouvidos, os olhos pode mostrar medo, dor ou alegria que ninguem vai saber. Escuridão e desorientação chegam depressa à mente e ainda mais rapidamente nos perdemos nos nossos medos, enquanto a nossa imaginação tenta perceber os sinais exteriores do corpo amarrado ou de quem nos toca ou nos amarra.

Melhor do que qualquer venda, porque são difíceis de retirar, trazem a escuridão aos nossos olhos e cobrem toda a cabeça como uma segunda pele.

Podem me chamar maluco por ser perigoso, mas para mim um hood perfeito tem de ter um gag colocada por baixo.

Eu adoro-os, principalmente se tiverem uma coleira incorporada onde permita colocar um cadeado para que, mesmo com as mãos soltas, ele permaneça na cabeça até ordem em contrário.

Quem experimenta diz que é assustador mas... a sensação é unica.

13.4.11

Hog tie

Bem... o hog tie!!!

De todas as formas possiveis e imaginários que se pode encontrar no Bondage, esta é a mais restritiva e na realidade efectiva maneira de amarrar uma rapariga.

Apens com alguns metros de corda, os seus pés e as suas mãos estão perfeitamente ligados atrás das costas, as suas pernas amarradas bem juntas, o seu corpo arqueando ligeiramente para trás, completamente imobilizada no chão, no tapete ou na cama.
É rápido, simples, económico,  nas cordas, e altamente à prova de escape... e ainda tem o efeito de produzir na rapariga um enorme sentimento de incapacidade. Aquilo a que os ingleses chamam de "Helpless"!

Na realidade, deve ser a posição mais popular no Bondage.

Já vi muitas imagens de raparigas amarradas em diversas posições. Cadeiras, camas, postes, de joelhos, em pé... mas a simples beleza do hog tei parece sobrepor-se a todas.

Um bom hog tie pode passar por um simples hog tie, mas na realidade, existem três factores que devem estar sempre presentes. 

Uma mordaça na boca. Ajuda a manter a situação um pouco mais silenciosa, para além de acentuar a beleza dos lábios da rapariga evitando ao mesmo tempo frase inoportunas como... "podes-me soltar? Já estou à demasiado tempo amarrada" .

Um bondage de peito, pois a rapariga irá permanecer bastante tempo com o peito em contacto directo com o pavimento ou local onde se encontra, e umas cordas nos seios ajudam sempre a um pequeno desconforto.

Por ultimo, mas sempre muito importante esteticamente e fisicamente, os cotovelos bem amarrados atrás., de preferência (se a rapariga tiver flexibilidade) juntos, tocando-se Num hog tie, os cotovelos amarrados, para além de impulsionarem o peito para a frente (como já foi falado noutro post) ajudam a esticar os braços e direcção aos pés permitindo apertar bem melhor as cordas. 

Existem muitas outras variações e possibilidades para esta que é a posição preferida de todos.

8.4.11

Bondage de peito e cotovelos amarrados

Bondage de peito é visualmente muito bonito, mentalmente muito forte e perfeitamente excitante.

Aplicar cordas nessa zona tão sensível das mulheres, implica conhecer o corpo, perceber o que elas sentem, tanto física como mentalmente. Nesse local a pele é mais sensível, a dor é mais forte, mas também o prazer e a excitação tem muitos pontos de contacto com o material usado, o que torna o local indicado para receber cordas.

Além do aspecto visual dos seios levantados, a pressão aplicado resulta numa redução do fluxo sanguíneo e num normal inchaço ligeiro e consequente endurecimento do peito, tornando-os muito mais sensíveis do que já são, especialmente os mamilos e as áreas circundantes. 

Para a mulher isto pode ser bastante agradável e mesmo excitante.

No entanto as sensações  podem ser amplificadas se ao bondage de peito, a mulher tiver os seus cotovelos amarrados atrás de si. Quando mais amarrados e juntos estiverem, maior será o aumento da sensibilidade à frente... e porque?
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Porque ao deslocar os braços para trás das costas, expande o tronco e a caixa torácica obrigando consequentemente o peito a deslocar-se para a frente enquanto o tronco ganha uma ligeira curvatura para fora. O peito ao se expandir contra as cordas, ganha mais volume, mais excitação.

Haverá local mais bonito para se puder guardar uma corda do que o peito de uma mulher?